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26/06/2012

 

Causa Galiza analisa os 'giros soberanistas', o contexto estatal e convoca um Plenário Nacional para o próximo 8 de julho.

26/06/2012

 

Causa Galiza chama à militáncia independentista e soberanista a inscreber-se e participar no processo constituinte dum novo projecto comum para a liberaçom nacional e social.

09/06/2012

Causa Galiza apresentou nesta manhá umha declaraçom pública onde fai umha leitura da situaçom política, do novo ciclo político aberto no país e no Estado espanhol e, à vista desta diagnose, da necessidade de, neste complexo contexto actual, sentar as bases para a celebraçom dumha única convocatória do Dia da Pátria à que convocar os sectores sociais, sindicais e políticos que se situam sob parámetros soberanistas e independentistas. A Iniciativa Popular pola Autodeterminaçom renunciou, por outra parte, a ser a entidade convocante exclusiva desta mobilizaçom nacional e apelou a todos os sectores implicados a dotarem-se do formato que a faga possível.

Na Facultade de Geografia e História da USC, em Compostela, Lupe Bouzón, membro da Porta-vozia Nacional de Causa Galiza, deu leitura ao manifesto arroupada por 30 militantes soberanistas e independentistas de distintas comarcas do país e ámbitos de intervençom. Bouzón assegurou que "vários factores favorecem que tenhamos umha percepçom radical da situaçom: os duros efeitos que está a ter a crise com centos de milhares de trabalhadores e trabalhadoras desempregados e precarizados; a pauperizaçom de amplos sectores da sociedade, o retorno da lacra da emigraçom,  a degradaçom generalizada das condiçons de vida e de trabalho da maioria social, os cortes de serviços públicos e investimento social para pagar a dívida da banca e a destruiçom do marco de garantias básicas entre Capital e Trabalho que os nossos pais e avós conquistaram no passado". 

Fim de ciclo histórico

À grave crise económica que está a bater sobre a maioria social galega soma-se a crise política. A este respeito Bouzón, advertiu do "final do ciclo histórico iniciado com a chamada Transición Democrática ". Na mesma linha concluiu que "se demonstrou o acerto absoluto daqueles lúcidos nacionalistas que, em plena Transición Democrática, desde posiçons minorizadas e perseguidas, denunciaram o sistema autonómico “por caciquil e colonialista”, o combateram por nom ser mais do que umha “armadilha contra a luita de liberaçom nacional” e se negaram a ter umha participaçom cúmplice na nova farsa autonómica". 

Processos políticos no campo nacionalista

O manifesto de Causa Galiza também recolheu reflexons a respeito do momento político que vive o País. Causa Galiza, em palavras de Bouzón, considera que "frorecem pois os partidos de ocasiom, os “giros soberanistas” que nom se materializam em práticas ruturistas reais, os galeguismos epidérmicos, vazios de conteúdo e carentes da necessária reflexom e programa político e as presas eleitorais que condicionam, e debilitam, os processos de construçom das ferramentas políticas e organizativas que necessita a naçom para as próximas décadas" em alusom a agentes do nacionalismo galego que concorrem nos processos actuais.

Proposta de Causa Galiza para o vindeiro Dia da Pátria

O manifesto rematou com umha dupla mensagem a todos os sectores nacionalistas, soberanistas e independentistas, "por cima de filiaçons e partidismos", ante a conjuntura imediata da celebraçom do próximo Dia da Pátria. Causa Galiza sintetizou-o em dous pontos inter-relacionados dirigidos aos sectores soberanistas e independentistas do país:   1º Por umha parte, apelamos a todos os agentes e sensibilidades que participam no campo soberanista e independentista a manifestarmo-nos conjuntamente no próximo 25 de julho como expressom de que, por cima das legítimas diferenças e perspectivas que existem no nosso movimento nacional, compartilhamos umha estratégia geral comum. Neste sentido, Causa Galiza renuncia publicamente desde este momento a jogar o papel de entidade convocante exclusiva que vimos desempenhando desde 2007.    2º Por outra parte, Causa Galiza chama os sectores soberanistas e independentistas implicados na convocatória do Dia da Pátria de 2012 a habilitar o formato adequado para possibilitar esta convocatória unitária e fazer um exercício colectivo de madurez política e altura de miras, evitando a multiplicaçom e atomizaçom das mobilizaçons soberanistas e independentistas e colocando este 25 de julho como mais um passo dentro da construçom do projecto comum para a liberaçom nacional e social que necessita com urgência o Povo Trabalhador Galego.Desde Causa Galiza já se está a trabalhar na materializaçom dos compromissos e contactos adquiridos hoje publicamente.

Link ao manifesto completo

Participarom no acto de apresentaçom:

Celso Comesanha, Xoán Carlos Ansia, Pilar Gonçales, Isaura Varziela, Mário Fernández, Pepe Beiroa, Beatriz Outide, Luís Gonçales Blasco "Foz", Óscar Figueiras, Davide Peres, Víctor Viaño, Aurora Domingues, Juan Vigo, Manolo Caamanho, Luz Fandiño, Xurxo Paz, José Expósito, Pilar Martínez, Antom Vila-Cova, José A. Gonçales Maceiras "Muros", Ramom Maceiras, Maria Fraiz, Joám Peres, Aurélio Lopes, Xurxo Ramos, Xermán Romai, Alfredo Edreira, Lupe Bouzón, Suso Irago, Joám Gonçalves "Caque", Paulo Martearena "Nahuel", José Luís Losada e Carlos Varela.

09/06/2012

 

   Causa Galiza apresentou umha declaraçom pública onde fai umha leitura da situaçom política, do novo ciclo político aberto no país e no Estado espanhol e, à vista desta diagnose, da necessidade de, neste complexo contexto actual, sentar as bases para a celebraçom dumha única convocatória do Dia da Pátria à que convocar os sectores sociais, sindicais e políticos que se situam sob parámetros soberanistas e independentistas. A Iniciativa Popular pola Autodeterminaçom renunciou, por outra parte, a ser a entidade convocante exclusiva desta mobilizaçom nacional e apelou a todos os sectores implicados a dotarem-se do formato que a faga possível.

Na Facultade de Geografia e História da USC, em Compostela, Lupe Bouzón, membro da Porta-vozia Nacional de Causa Galiza, deu leitura ao manifesto arroupada por 30 militantes soberanistas e independentistas de distintas comarcas do país e ámbitos de intervençom. Bouzón assegurou que "vários factores favorecem que tenhamos umha percepçom radical da situaçom: os duros efeitos que está a ter a crise com centos de milhares de trabalhadores e trabalhadoras desempregados e precarizados; a pauperizaçom de amplos sectores da sociedade, o retorno da lacra da emigraçom,  a degradaçom generalizada das condiçons de vida e de trabalho da maioria social, os cortes de serviços públicos e investimento social para pagar a dívida da banca e a destruiçom do marco de garantias básicas entre Capital e Trabalho que os nossos pais e avós conquistaram no passado". 

Fim de ciclo histórico

À grave crise económica que está a bater sobre a maioria social galega soma-se a crise política. A este respeito Bouzón, advertiu do "final do ciclo histórico iniciado com a chamada Transición Democrática ". Na mesma linha concluiu que "se demonstrou o acerto absoluto daqueles lúcidos nacionalistas que, em plena Transición Democrática, desde posiçons minorizadas e perseguidas, denunciaram o sistema autonómico “por caciquil e colonialista”, o combateram por nom ser mais do que umha “armadilha contra a luita de liberaçom nacional” e se negaram a ter umha participaçom cúmplice na nova farsa autonómica". 

Processos políticos no campo nacionalista

O manifesto de Causa Galiza também recolheu reflexons a respeito do momento político que vive o País. Causa Galiza, em palavras de Bouzón, considera que "frorecem pois os partidos de ocasiom, os “giros soberanistas” que nom se materializam em práticas ruturistas reais, os galeguismos epidérmicos, vazios de conteúdo e carentes da necessária reflexom e programa político e as presas eleitorais que condicionam, e debilitam, os processos de construçom das ferramentas políticas e organizativas que necessita a naçom para as próximas décadas" em alusom a agentes do nacionalismo galego que concorrem nos processos actuais.

Proposta de Causa Galiza para o vindeiro Dia da Pátria

O manifesto rematou com umha dupla mensagem a todos os sectores nacionalistas, soberanistas e independentistas, "por cima de filiaçons e partidismos", ante a conjuntura imediata da celebraçom do próximo Dia da Pátria. Causa Galiza sintetizou-o em dous pontos inter-relacionados dirigidos aos sectores soberanistas e independentistas do país:   1º Por umha parte, apelamos a todos os agentes e sensibilidades que participam no campo soberanista e independentista a manifestarmo-nos conjuntamente no próximo 25 de julho como expressom de que, por cima das legítimas diferenças e perspectivas que existem no nosso movimento nacional, compartilhamos umha estratégia geral comum. Neste sentido, Causa Galiza renuncia publicamente desde este momento a jogar o papel de entidade convocante exclusiva que vimos desempenhando desde 2007.    2º Por outra parte, Causa Galiza chama os sectores soberanistas e independentistas implicados na convocatória do Dia da Pátria de 2012 a habilitar o formato adequado para possibilitar esta convocatória unitária e fazer um exercício colectivo de madurez política e altura de miras, evitando a multiplicaçom e atomizaçom das mobilizaçons soberanistas e independentistas e colocando este 25 de julho como mais um passo dentro da construçom do projecto comum para a liberaçom nacional e social que necessita com urgência o Povo Trabalhador Galego.Desde Causa Galiza já se está a trabalhar na materializaçom dos compromissos e contactos adquiridos hoje publicamente.

Link ao manifesto completo

Participarom no acto de apresentaçom:

Celso Comesanha, Xoán Carlos Ansia, Pilar Gonçales, Isaura Varziela, Mário Fernández, Pepe Beiroa, Beatriz Outide, Luís Gonçales Blasco "Foz", Óscar Figueiras, Davide Peres, Víctor Viaño, Aurora Domingues, Juan Vigo, Manolo Caamanho, Luz Fandiño, Xurxo Paz, José Expósito, Pilar Martínez, Antom Vila-Cova, José A. Gonçales Maceiras "Muros", Ramom Maceiras, Maria Fraiz, Joám Peres, Aurélio Lopes, Xurxo Ramos, Xermán Romai, Alfredo Edreira, Lupe Bouzón, Suso Irago, Joám Gonçalves "Caque", Paulo Martearena "Nahuel", José Luís Losada e Carlos Varela.

Video que relata o desenvolvimento da Revoluçom Galega de 1846 desde a sublevaçom vitoriosa em Lugo o 2 de Abril até o fuzilamento dos principais dirigentes o 26 de Abril. Um fito histórico trascendental e ponto de inflexom que bota a semente para a construçom dum processo de auto-afirmaçom nacional que chega até os nossos dias com a reivindicaçom dum Estado Galego soberano.

15/03/2012

Causa Galiza apresentou o 15 de março de 2012 em rolda de imprensa o Plenário Nacional do 25 de março. O objectivo desta convocatória é resituar a Iniciativa Popular no novo tempo político aberto no campo nacionalista e no País.

25/07/2011
04/02/2012

As 13 organizaçons nacionais assinantes do Acordo Democrático Nacional figérom um chamamento a participar nos actos do Dia da Pátria 2011. O manifesto que leva por título "Abramos um novo ciclo político para Galiza e para o Povo Trabalhador Galego " foi lido por Tino Lago, militante da Fronte Obreira Galega. O cenário escolhido foi Sam Martinho Pinário, onde resistirom os galeguistas da revoluçom galega de 1946

16/04/2011

 

Vídeo sobre a rolda de imprensa de Causa Galiza em Lugo. Nesta rolda de imprensa apresentam-se os actos em homenagem aos "Mártires de Carral" que este ano se vam celebrar en Lugo. Intervençom de Seixas e Borxa Mejuto em nome da assembleia comarcal de Lugo e de Olalha Barro, vozeira de Causa Galiza.

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