CAUSA GALIZA chama a participar na Assembleia Nacional Constituinte de 14 de julho
Causa Galiza compareceu esta manhá em conferência de imprensa para fazer umha leitura do processo final de constituiçom do novo movimento político. Aurélio Lopes, Lupe Bouzón, José Antom Maceiras e Alfredo Edreira valorizárom o processo constituinte, a evoluiçom soberanista no movimento nacionalista e anunciárom a convocatória dum Plenário Nacional para o próximo 8 de julho.
Assembleia Nacional Constituinte
Aurélio Lopes recordou que "desde o minuto zero, Causa Galiza estivo presente e alimentando este processo. Figemo-lo porque considerávamos positiva a criaçom dumha frente plural, situada no nacionalismo e na esquerda". Neste sentido apontou que "o elemento fulcral para nós era posicionar-se ante o fim de ciclo histórico, situando o novo movimento político em posiçons superadoras da velha estratégia autonomista, que nós sempre denunciamos". A este respeito José Antom Maceiras valorizou que "som tempos de esperança. Tempos nos que a política soberanista e independentista, a ideia de criar um Estado galego, umha República Galega, avançam".
A soberanía nacional, no centro do debate político
Causa Galiza hoje valorizou que a ideia da soberania nacional de Galiza começa situar-se no debate político. Aurélio Lopes considerou que para Causa Galiza "era fundamental que o movimento político se situasse tanto ideologicamente como organizativamente por um projecto superador da estratégia e do modelo organizativo do BNG". "Achamos que os documentos que vam a debate nas comarcas som claramente superadores da velha estratégia autonomista. Formulam sem qualquer tipo de ambigüidade como objectivo político a independência deste País. Formulam sen qualquer tipo de ambigüidade a necessidade de exercer a autodeterminaçom e formulam também, sem qualquer tipo de ambigüidade, a necessidade de trabalhar para criar umha nova cultura política, um novo modelo organizativo que trabalhe no dia após dia para conquistar esse marco de soberania, um Estado Galego".
José Antom Maceiras valorizou que as demandas fundamentais de Causa Galiza estám recolhidas no novo movimento político. "Fica perfilar e potencializar os documentos. Com toda a rede social que trabalha com nós e com os novos sectores que se incorporam a esta aliança estám-se a romper os tabus que marcou historicamente a direcçom hegemónica do nacionalismo galego", apontou. Maceiras assinalou que "o futuro está aberto. Há que ir adiante. É o início. O espanholismo sempre quijo marginalizar ao independentismo. Nom vamos deixar que aconteça. Em todos os sítios onde seja possível estar ao serviço da naçom e o movimento ali estaremos".
Xiros soberanistas
Causa Galiza aproveitou a comparecência para valorizar os movimentos que se estám a dar no conjunto do nacionalismo. José Antom Maceiras valorizou que a "UPG deu um aparente giro soberanista" e considerou que "foi devido em grande parte ao trabalho realizado polo movimento soberanista e independentista que condicionou a grande parte do nacionalismo". Contodo considerou que nom fica clara "se essa soberania significa nengumha dependência com Espanha". Assim e todo considerou a viragem no discurso "positiva".
Aurélio Lopes valorizou a viragem soberanista do movimento nacionalista como "positiva". Lembrou que "a Esquerda Soberanista e Independentista sostivo durante muitos anos, em solitário, frente ao espanholismo e frente á direcçom hegemónica do BNG, a necessidade da soberania nacional. Portanto, celebrar que haja a cada mais sectores formulando a necessidade de soberania". A continuaçom lembrou "todo o mundo tem a sua trajectçoria, e portanto consideramos que de momento só som palavras que terám que ser contrastadas na praxe, na loita ideológica, institucional e de massas".
Soberanismo frente ao Estado espanhol
Causa Galiza valorizou os processos soberanistas no Estado e a atitude que estám a adoptar os partidos constitucionalistas PSOE e PP. "Está-se a começar a artelhar u, pacto de Estado entre o PSOE e PP formulado para aplicar com a máxima dureza os ditados do FMI, BCE e Comissom Europea, um pacto contra os povos, e no nosso caso contra o povo galego", apontou Aurélio Lopes. "O Estado é perfeitamente consciente do processo de acumulaçom de forças em favor da soberania que se está a dar em Euskal Herria e Catalunya. Temos que fazer os deveres na Galiza para ligar com esse comboio soberanista. A Assembleia Nacionalista de 14 de julho é umha boa oportunidade".
Chamamento a participar
Lupe Bouzón fijo um chamamento à participaçom neste processo. "Estamos criando um novo projecto comum. Convocamos à gente que tem ilusom para que se achegue às assembleias, que achegue a sua opiniom, que poda participar e achegar as suas ideias". Alfredo Edreira fijo um chamamento desde Causa Galiza a "todas as forças soberanistas e independentistas da Galiza a que se integrem neste processo" e que já é a hora de "ir a pola independência". Lupe Bouzón chamou a "militantes, simpatizantes e base social de Causa Galiza, companheiros e companheiras a participar no próximo Plenário Nacional de Causa Galiza do 8 de julho". "É importante e temos muita ilusom", declarou.




