Causa Galiza anima a participar na manifestaçom contra a incineradora do Irijo

A Junta da Galiza vem de aprovar recentemente a construçom dumha incineradora no concelho do Irijo. O Partido Popular pretende empregar por volta de 250 milions para a construçom da factoria, ao serviço dum modelo de gestom de resíduos que afonda nas negativas consequências ambientais, de impacto sobre o território e a saúde das pessoas.

Causa Galiza anima a independentistas, soberanistas e à cidadania galega a secundar a convocatória da Coordenadora Vicinal, Incineradora no Irixo, NON, o vindeiro domingo 29 de Janeiro desde a Praça Maior do Carvalhinho às 12:30. A continuaçom, anexamos a folha informativa que a iniciativa popular pola autodeterminaçom distribuirá nesta fim-de-semana no Irijo:

 

Nom à incineradora no Irijo! Nom ao modelo da incineraçom!

 1º Causa Galiza rejeita a construçom da incineradora no concelho do Irijo. A sua construçom suporá umha tripla agressom para a comarca do Carvalhinho e a sua populaçom: o impacto sobre o território devido á construçom de infraestruturas, impacto ambiental a meio da emissom de grandes quantidades de CO2, borralhas e lodos tóxicos e o impacto sobre a saúde das pessoas.

  Causa Galiza rejeita o modelo de incineraçom que consagra a Junta da Galiza com o PGRUG (Plano de Gestom Resíduos Urbanos da Galiza). Este plano pretende chegar a queimar 50% do lixo produzido na Galiza duplicando as emissons de CO2 até 700 milions de kg/ano. Para lograr este objectivo pensa investir 57% do orçamento do plano (510 milions de €) na construçom da incineradora no Irijo.

3º Causa Galiza aponta que as soluçons venhem por investir esforços na reduçom da produçom de lixo e no cámbio de modelo. Para a reduçom deveriam introduzir-se a recolhida porta a porta, um modelo que melhora o serviço de recolhida fazendo reciclável até 85% do recolhido. Este modelo está-se a empregar em diferentes pontos da Europa e no Estado espanhol: em concelhos de Euskal Herria e Catalunya. O cámbio de modelo é fundamental. Actualmente, do lixo produzido, 42% som orgánicos biodegradáveis que estám a ser utilizados na maior parte na incineraçom. 18% de papel e cartom, reciclável. 6% vidro, reciclável. 15% de envases ligeiros, recicláveis; 4% de téxtil. Isto soma 85%. A Junta da Galiza quere queimar a metade.

4º A soluçom: mobilizaçom e luita. A luita contra esta planta é fulcral para deter o modelo de gestom de lixo que querem impor-nos. Há que parar esta construçom que afecta directamente à comarca do Irijo e ao conjunto da sociedade galega e apostar decididamente por um modelo de reduçom, reciclagem e reutilizaçom.

Desde Causa Galiza valorizamos que só um marco de plena soberania nacional, onde os galegos e galegas podamos decidir com absoluta liberdade sobre o nosso modelo produtivo e económico, ordenaçom territorial, etc., impediria agressons como a que padece a comarca do Carvalhinho e antes afectárom outras vilas e cidades do País (Reganosa em Mugardos, ENCE em Ponte Vedra, Plisan em Salvaterra do Minho, Iberduero na Ribeira Sacra, etc.).

Enquanto carezamos dessa capacidade de decisom, o nosso território e os nossos recursos energéticos, florestais, hidrográficos, etc. continuarám a servir, como aconteceu historicamente, a empresas e poderes políticos contrários aos interesses da maioria social do nosso País.